18 maio 2011
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Desejos de Consumo!

Vocês já perceberam como os “desejos de consumo” se formam? De repente, você está lá na lanchonete e olha para as unhas de uma moça, despretensiosamente, e pronto: que esmalte maravilhoso era aquele? Preciso! Ou se não, está andando pela rua e, de repente, encontra uma amiga com uma blusa incrível! Já era. O bichinho do consumismo te picou de novo…

É nessas horas que vale a pena parar e pensar: Perae, será que eu, REALMENTE, preciso de tal item? A tendência a responder que sim é grande, mas tente pensar se tal peça ou acessório vai combinar com o restante das suas roupas, se o preço e a qualidade valem a pena e se não é algo passageiro, um item de moda, que, provavelmente, nem vai ser usado na próxima estação.

Ok, nada te curou do desejo de adquirir tal item. Então, próximo passo: pesquisar preços. Nada de levar algo que viu na primeira loja. Tá, se for uma peça exclusiva, não tem jeito. Caso contrário, sapato sem salto e vamos bater perna! Sem preguiça que, além de uma possível economia ao comprar em um lugar mais barato, você ainda perde calorias e fica com as pernas durinhas! Fala que não é um ótimo estímulo. 😉

Encontrou uma loja com um preço “pagável”? Experimente mil vezes a peça! Pense, novamente, nas peças do seu guarda-roupa e no quanto já gastou no mês. Tudo certo? Hora de entregar os dinheirinhos ou pagar com a “mágica” do cartão ou cheque. Digo “mágica”, pois a gente sempre tem a sensação de que está gastando menos ou adiando o gasto, né? Por isso, avalie beeem se é necessário comprar a prazo. À vista é sempre melhor e, de quebra,  ainda pode conseguir até um descontinho básico. Nada de vergonha nessa hora, hein?

UPDATE: Informações importantes que aprendi após ter um problema com a compra em uma loja: “Os itens devem, entre outras coisas, apresentar o preço à vista e a prazo e o valor praticado à vista deve ser o mesmo praticado com o cartão de crédito. O lojista deve informar também quais são os juros praticados, número e periodicidade das prestações, no caso de pagamento a prazo”, explica.

Aceitar cheques é uma liberalidade dos estabelecimentos. Porém, a partir do momento em que o cheque é recebido, o lojista não pode fazer restrições, como não aceitar cheques de contas recentes. Vale lembrar que as lojas não são obrigadas a receber cheques de terceiros, de outras praças ou administrativos.

O Código de Proteção e Defesa do Consumidor garante o mesmo preço de uma mercadoria para qualquer opção de pagamento, seja em dinheiro, cheque ou cartão de crédito. O comerciante não pode estabelecer valor mínimo para a utilização de cartão de crédito ou débito.” Fonte: Gazeta Online

Pronto! Curada do desejo consumista e sem culpa financeira!

 

 

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29 abr 2011
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“Tenha a mesma idade que a idade do céu…”

Outro dia eu estava pensando no seguinte assunto: É impressionante como a idade traz sabedoria. Sabe aquelas brigas bobas de antigamente que hoje não fazem mais sentido? É isso. Posso começar pelo relacionamento com os nossos pais. Na adolescência, principalmente, a gente não entendia o porquê daquela “pegação” no pé tipo “filha, leva a sua blusa”, “quando chegar em tal lugar, me liga” ou “não se envolva com fulano, ele não te merece”. A gente sempre achava que era papo furado e nem dava muita bola, não é mesmo? Mas sábio é o tempo que nos ensina que aquilo tudo era preocupação normal de pessoas que nos amavam e só queriam o nosso bem. Ok que era da maneira deles, mas fala que muito do que faziam não faz sentido hoje! Eu chego até a admitir que, na maioria das vezes, eles tinham razão.

Outra coisa que muda e melhora com o tempo é o nosso jeito de levar os relacionamentos amorosos. Tá, eu sei. A gente (não eu, tá, amor? Estou generalizando! rs) ainda espera as ligações/mensagens/tweets dos “peguetes/rolinhos/e/afins” no dia seguinte, somos um pouco orgulhosas na hora de tomar a iniciativa… Mas em relação aos relacionamentos com mais tempo como namoros mais longos, noivados, casamentos percebe-se que, com o passar dos anos, aqueles chiliques vão perdendo a importância. Por exemplo, sabe quando ele olha uma mulher bonita e a gente fica p* da vida? Então, ele sempre vai olhar e a gente sempre vai ficar p*, essa é a triste realidade. Mas você vai brigar todas as vezes que isso acontecer? Não, né? Só de vez em quando rsrs O importante mesmo é quem está junto deles: nós, que somos mais bonitas que qualquer “essazinha” por aí. E a gente também olha os bonitos por aí, a diferença é que somos mais discretas, certo? 😀

Até as brigas entre irmãos vão diminuindo com o tempo. Eu sou filha única, mas cansei de ver as minhas amigas que, quando crianças viviam brigando com as irmãs, se tornarem amigas e confidentes das mesmas. É claro que tem irmãos que vão passar a vida inteira em pé de guerra, mas são excessões.

Além disso, passamos a dar menos valor às críticas infundadas e nada construtivas. Convenhamos que, algumas até são críticas do bem e servem para que a gente possa melhorar em algum aspecto, mas outras são só invejinha ou implicância mesmo. Cabe a nós observar de quem parte a crítica e se vale a pena refletir a respeito ou se o melhor é deletar da mente.

Fato é que a gente não precisa temer a chegada da idade. Até por que, com medo ou não, ela vai chegar. E é bem melhor recebê-la de bom-humor. Ficar mais velha e carrancuda? Me poupe, né? 😉 Alguns cuidados com a aparência também são bem-vindos como usar filtro solar, procurar a dermatologista para que ela indique uns ácidos de tratamento, se alimentar bem, fazer exercícios, etc. Por que, vamos combinar que toda mulher quer estar inteirona quando a “melhor idade” chegar. Mas viver buscando aprender com o erros, com as pessoas que surgem pelo caminho e com os momentos vividos é no que mais vale a pena investir.

“É a paz de espírito e a tranquilidade que só o tempo pode trazer para as nossas vidas.”

Observação: O título do post é da música “A idade do céu” do Paulinho Moska, que eu adoro! 😉

 

 


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19 abr 2011
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Ética nos Blogs?

A idéia para escrever este post nasceu a partir da leitura de um texto da revista Criativa e de vários textos escritos em blogs por aí sobre o assunto. Mas já tinha até desistido de publicá-lo, até que li um texto da Lílian Pacce, também sobre o assunto, com o qual concordei e discordei em algumas partes.

Acredito que ética é fundamental em qualquer profissão, inclusive para quem ganha dinheiro com a publicidade em blogs. Em um blog emitimos a nossa opinião sobre os assuntos que nos interessam e isso, felizmente, atrai público e gera discussões. Acho que isso é o mais legal! Só que os blogs foram ganhando mais e mais espaço e as empresas perceberam que as/os blogueiras/os são importantes formadores de opinião e que influenciam na compra de produtos ou no uso de serviços.

Até aí, tudo bem. Não acho errado ganhar dinheiro por meio de um blog. Afinal de contas, dá  trabalho escrever posts para a semana toda, ir a eventos, responder às dúvidas, críticas e sugestões, se relacionar nas redes sociais, entre outros. Mas, pelo menos para mim, é um trabalho bom. Quando a gente faz o que gosta, não é trabalho, é prazer. Adoro escrever, adoro pesquisar sobre os assuntos que gosto e poder compartilhar isso aqui no blog. Mas ter seu trabalho reconhecido ao receber propostas de empresas também é muito satisfatório. Por exemplo, você trabalha em uma empresa, ganha dinheiro para isso (é claro!) e, de repente, recebe uma promoção por bom desempenho… você não ia gostar? Eu ia amar.

Na minha opinião, o errado é ganhar dinheiro trabalhando para empresas que não tem NADA  ver com o estilo do seu blog e com o seu público.  É super importante filtrar os assuntos que são relevantes para você e que você acredita que também são relevantes para quem lê os seus posts. Não adianta nada eu aceitar um anúncio de uma empresa de pneus aqui no blog se mal, mal eu sei trocar um. Isso sim é se vender: publicar um anúncio que não te interessa e não interessa aos seus leitores.

Outra coisa fundamental é informá-los sobre os posts patrocinados. As empresas pagam a alguns blogueiros para escrever textos sobre seus produtos e serviços ou já mandam textos prontos. Se for alguma coisa proveitosa para todos: blogueiros, empresas e, principalmente, leitores, não vejo problema, desde que seja informado que aquele é um post patrocinado. Já para os anúncios é dispensável, pois é  fácil perceber que é publicidade.

Agindo assim, estaremos sendo claros com os leitores, com as empresas e coerentes com o que somos. Eu não posso e nem quero escrever sobre algo que não gosto. Não tem nenhum post aqui que eu escrevi sem ter me interessado pelo assunto. Até por que, para escrever bem, precisamos de inspiração, conhecimento e informações e, se um dos componentes falha, pode esperar por um texto ruim. Portanto, podem acreditar que aqui no blog só terão posts, patrocinados ou não, com assuntos que me interessam e que eu acreditar que vocês também irão gostar. Mas esse é um papo longo e que ainda vai gerar muita discussões em vários espaços. E isso é muito válido.

Sobre o texto da Lílian Pacce que citei no começo do post, adianto que não tenho nada contra ela, até gosto e acompanho o seu trabalho. Mas é que ela questionou a credibilidade dos blogueiros de moda comparando-os com jornalistas e editores de moda. Acredito que os blogueiros saibam que não são jornalistas ou editores. Alguns até têm formação para tais ou trabalham na área, mas, no final das contas, blogs são pessoais. Neste espaço temos a responsabilidade de passar informações verdadeiras, mas são as nossas opiniões. E não posso deixar de ressaltar que, em relação aos posts patrocinados e anúncios, os diversos veículos de comunicação também recebem para fazer algumas matérias, incluir produtos nas cenas de novelas, entre outros. Volto a dizer que, o mais importante é a transparência, onde quer que a informação esteja.

E então? O que acham desse assunto?

Eu já tinha desistido de falar sobre esse assunto, mas julguei que era importante dizer o que eu penso a respeito a quem acompanha o Dona Onça.

Beijos!

 

 

 

 

 

 

 

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